Jogo PC Crysis: Edição de Colecionador

Postado por paulo araujo

Jogo PC Crysis




O Futuro da Humanidade está em suas mãos.

Dos criadores de Far Cry, Crysis oferece aos fãs dos Jogos de tiro em primeira pessoa (FPS) os gráficos mais impressionantes já vistos junto com uma jogabilidade altamente envolvente, exigindo que o jogador utilize táticas adaptáveis e a total personalização das armas e armadura para sobreviver em ambientes dinâmicos e hostis, incluindo em Gravidade Zero.

Terra, 2019. Uma equipe de cientistas dos EUA faz uma descoberta assustadora em uma ilha no Mar da China Meridional. Todo o contato com a equipe é perdido quando o governo Norte-coreano rapidamente bloqueia toda a área. Os Estados Unidos respondem, enviando uma equipe de elite das forças especiais Delta Force para fazer o reconhecimento da situação. Enquanto a tensão cresce entre as duas nações, uma imensa nave alienígena aparece no centro da ilha. A nave gera uma grande esfera de força que paralisa uma vasta porção da ilha e altera drasticamente o sistema climático do planeta.

Agora os EUA e a Coréia do Norte devem juntar suas forças para enfrentar essa ameaça alienígena. Com a esperança rapidamente se esgotando, você deve travar batalhas épicas dentro de selvas tropicais, paisagens geladas e, finalmente, no coração da própria nave, para o confronto definitivo em Gravidade Zero.

Principais características:


Uma estrutura única em três atos força o jogador a usar a personalização de armaduras e armas em tempo real para, constantemente, se adaptar em um mundo que está sempre em mudança.
Enfrente espécies alienígenas assustadoras, que usam seus sentidos de forma inteligente e trabalham em equipe, o que faz deles o inimigo mais desafiador que já apareceu em um FPS.
Controle uma variedade de veículos em terra, mar e ar, incluindo caminhões, tanques, barcos e helicópteros.
Explore um mundo vivo e dinâmico, onde terremotos, quedas de gelo, deslizamentos e tornados representam uma ameaça sempre presente.
Multiplayer de 32 jogadores com personalização de armaduras e armas, incluindo um novíssimo modo multiplayer que combina modificação do jogador e objetivos táticos.
Jogabilidade emergente, que significa que as ações no jogo afetam os resultados futuros e fornece a cada jogador uma experiência única.

Call of Duty 4

Postado por paulo araujo

Call of Duty 4

Vladimir Putin's Game Review
Platforms: pc ps3 xbox 360
Posted October 26, 2007 @ 5:29 pm
Release Date: November 05, 2007
The President of Russia gives his opinions on the game.

FIFA 2008 trailer (BEST QUALITY)

Postado por paulo araujo

FIFA 2008 trailer (BEST QUALITY)

Pro Evolution Soccer 2008 [new skills (slow motion)]

Postado por paulo araujo

Pro Evolution Soccer 2008 [new skills (slow motion)]


FIFA 08 - XBOX 360 Cristiano Ronaldo skill 3 [super slow-mo]

Postado por paulo araujo

FIFA 08 - XBOX 360 Cristiano Ronaldo skill 3 [super slow-mo]

Dribles FIFA 08

Postado por paulo araujo

Veja as jogadas de habilidade e dribles em camera lenta no FIFA 08.

FIFA 08: Skill Moves (DS)

Postado por paulo araujo

FIFA 08: Skill Moves (DS)

Exclusive 'NBA '08' Audio Tracks

Postado por paulo araujo

Exclusive 'NBA '08' Audio Tracks

Listen to some smokin' clips from M.I.A., El-P, The Bravery, LCD Soundsystem and more on the basketball game's soundtrack.



Team Fortress 2

Postado por paulo araujo

Team Fortress 2

Meet the Demoman
Platforms: PC PS3 XBOX360
Posted October 09, 2007 @ 9:59 am
So Demoman, tell me, what makes you a good demoman?


Skate - unusual fall

Postado por paulo araujo

Gaming > amazing

Skate - unusual fall

One-in-a-million moment from the video game, Skate


Crave Online: Funny Videos, Sexy Videos, Music Videos, Movie Trailers, and More!

Super Smash Bros. Brawl

Postado por paulo araujo

Super Smash Bros. Brawl
Sonic the Hedgehog
Platforms: wii
Sonic is his name, speed is his game!



Microsoft lança Project Ghotam Racing 4 para Xbox 360

Postado por paulo araujo

Microsoft lança Project Ghotam Racing 4 para Xbox 360

Portal Verdes Mares - Fortaleza,Ceará,Brazil

A Microsoft Brasil traz ao País o jogo Project Gotham Racing 4 para Xbox 360. O game entra em pré-venda a partir de hoje, nas principais lojas de varejo e
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Juiced 2: Hot Import Nights

Postado por Info Games






Produzido pela Juice Games, "Juiced" passou por um desenvolvimento conturbado e quase não viu a luz do dia com a falência da Acclaim - no final das contas, a THQ colocou o título nas prateleiras, em 2005. É a mesma THQ que traz a continuação, "Hot Import Nights" que, por sinal, é tão dispensável quanto o original, não apenas por explorar um tema batido, mas por não fazê-lo de uma forma minimamente inovadora.

De novo

"Juiced 2 assume de vez a identidade da franquia com o "street racing" e o "tuning" - temas que, aliás, foram a tábua de salvação para os jogos de corrida arcade recentes -, tanto que traz no título "Hot Import Nights", fruto da parceria com a tour homônima que percorre os Estados Unidos para celebrar a cultura das corridas de rua. Basicamente, o jogo divide-se entre as corridas tradicionais e o "drift", que são as competições de derrapagem.

O modelo de pilotagem é completamente diferente de uma para outra. O mesmo veículo que se comporta da forma como era de se esperar na corrida (desde que não se leve o realismo tão a sério), parece acelerar sobre o gelo nas provas de derrapagem. Por um lado, é compreensível, afinal, a idéia é adaptar-se à modalidade em questão, mas a mudança é tão grande que fica impossível passar despercebida. Na verdade, a idéia é dificultar a vida do jogador no "drift". E dá certo: o carro sai de lado com uma facilidade incomum, obrigando o jogador a habituar-se a dois estilos de direção.

A estrutura do modo Career, o prato principal de "Juiced 2" começa com o básico, ou seja, montagem do personagem e escolha do veículo. Feito isso, é hora de enfrentar os primeiros desafios, que são uma espécie de ritual de iniciação às corridas e ao "drift". Depois, há dez ligas, de dificuldade crescente, com diferentes estilos de prova para as duas modalidades básicas. O recheio, naturalmente, são as opções para "tunar" os veículos, divididos em categorias como "Muscle Car" e "Super Car", com eventos específicos para cada uma.

Para progredir, não exatamente é necessário vencer a tudo e a todos. Pelo contrário: cada liga possui uma série de objetivos, variados e distintos, que vão desde ganhar uma aposta com um competidor até completar uma corrida na dianteira. É possível cumprir várias delas em uma prova apenas, o que poupa trabalho do jogador, que consegue avançar sem ter que obrigatoriamente jogar tudo. É um sistema justo, que premia a habilidade no volante.

O famigerado calendário de eventos de "Juiced" foi devidamente extirpado, então não é mais necessário pagar para competir. Agora, a grana serve apenas para apostar com outros corredores, o que é totalmente opcional, diga-se de passagem. Também não existem elementos não-lineares, como uma cidade aberta à exploração, por exemplo: em "Juiced 2", é um desafio após o outro, e pronto. Não há enredo - o que não chega a ser ruim, à medida que os games do gênero nunca conseguiram criar uma história decente.

Exame de DNA

Talvez o que mais decepcione em "Juiced 2" seja a inteligência artificial, que lembra os primórdios de "Mario Kart": quando se está à frente dos oponentes, eles conseguem manter-ser próximos; ao ser ultrapassado, parece que os adversários correm mais devagar para que o jogador mantenha uma distância mínima. Nos desafios finais, a IA tira pique não sei de onde para ultrapassar na reta de chegada, uma incoerência que não poderia ser mais irritante.

Supostamente, "Juiced 2" introduz um inovador recurso que determina o estilo de pilotagem dos competidores. Trata-se de um sistema chamado DNA que, por assim dizer, é pura perfumaria. Teoricamente, se um corredor adota um estilo agressivo, colide logo após uma manobra e usa muito nitro, seu "DNA" pega fogo, enquanto aquele que consegue ser preciso em sua performance ganha um status diferente, bem como o perfil que consegue um equilíbrio entre os dois extremos. Porém, na prática, é quase impossível distinguir um do outro.

No Xbox 360, o melhor está reservado para o modo Career online, que é uma cópia idêntica à mesma modalidade offline. Isso é bom e ruim: bom porque, obviamente, é muito mais legal competir contra adversários de carne e osso em um modo de longa duração; ruim porque, se você já jogou a modalidade offline, tem que fazer tudo de novo, exatamente igual. Melhor seria se a Juice Games tivesse adicionado algo novo ou então encontrado uma alternativa para conciliar os dois formatos. No caso do PlayStatio 2, pior ainda, pois nem modo online o console tem - no máximo, tela dividida.

Do ponto de vista visual, "Juiced 2" é ok, e só. As pistas são ambientadas em diferentes cidades do globo, então vez ou outra você reconhece um ponto turístico. Os carros receberam uma modelagem bacana, mas longe de impressionar, assim como as canções licenciadas da trilha sonora, no melhor estilo "nightclub".

CONSIDERAÇÕES

"Juiced 2" não é um game ruim, mas levando em conta a quantidade de títulos semelhantes (e superiores), torna-se dispensável. Além de se basear em um tema amplamente explorado, o "street racing", o faz de um modo nada inovador. E, quando tenta implementar algo novo, como o "DNA", falha. No Xbox 360, vale pelo modo carreira online, mas no PS2, melhor fica com "Need for Speed" mesmo.

Sem negar as origens da série, "Juiced 2" envolve a cultura das corridas de rua, baseando-se na "tour" que dá nome ao game, a HIN (Hot Import Nights), bastante famosa nos Estados Unidos pelos veículos "tunados" que reúne.

Tanto as corridas quanto as provas de derrapagem ("drift") são ambientadas em locais reais do globo. Dentre os adversários do jogador estão DJs, modelos e músicos, mas, se depender das promessas em torno do sistema de inteligência artificial, as celebridades não devem dar moleza nenhuma. Uma das principais novidades da versão é o Driver DNA, recurso que "rastreia" o estilo de direção do piloto virtual, criando um perfil que pode ser baixado online.

Aliás, a Juice Games resolver cair de cabeça no modo multiplayer, dando aos jogadores a oportunidade de criar seus carros, reunir parceiros e, nas corridas online, até mesmo apostar dinheiro (de mentira, naturalmente). Para deixar as disputas ainda mais emocionantes, as provas podem ser assistidas por outras pessoas.

Para quem gosta de tuning, "Juiced 2" inclui mais de 90 carros, reproduzidos através de scans digitais, e 250 modificações para os veículos, que dão possibilidade de criar inúmeras combinações.

Sega Rally Revo

Postado por Info Games






Sega Rally foi uma das grandes séries de corrida para os arcades da Sega, ao lado de games como "Daytona USA" e "Indy 500". Agora, na nova geração de consoles (e PC), está usando a tecnologia a favor para trazer mais realismo à fórmula de sucesso.

O maior destaque do novo "Sega Rally" é a avançada tecnologia que faz deformar a pista. Isso já foi testado em games como "MotorStorm" (PS3), mas a Sega pretende implantar uma versão mais realista. Toda vez que derrapar ou simplesmente passar pela lama, por exemplo, ficará uma marca, e isso pode influenciar na direção do carro.

A produtora também afirma que terá uma simulação de física apurada. Cada superfície terá uma característica, que faz mudar o jeito que o carro corre (andar na terra batida é diferente da neve, por exemplo). O mesmo acontece dependendo do tipo de tração do veículo. No entanto, o jogo pretende manter o estilo arcade, mais fácil de jogar.

Além de modalidades para um jogador e os time trials (competição contra o relógio), há um multiplayer online para até seis pilotos. Ainda não está definido, mas as versões para PC e Xbox 360 podem ser compatíveis com o Live Anywhere, ou seja, usuários de ambas as plataformas podem jogar ao mesmo tempo.

Halo 3

Postado por Info Games





A espera finalmente acabou: o desfecho da trilogia de "Halo" chega às lojas de dezenas de países traduzido para 17 idiomas diferentes, incluindo o português do Brasil (com direito à dublagem). É um lançamento tão grandioso quanto a própria campanha publicitária, estipulada em US$10 milhões.

Embora esse marketing agressivo não tenha atingido as terras tupiniquins, nos Estados Unidos, por exemplo, via-se o nome "Halo 3" e o slogan "Believe" ("acredite", em português) estampados nos lugares e coisas mais improváveis, como copos de refrigerante. Tanto investimento fez com que, em pouco mais de cinco anos, "Halo" se tornasse uma franquia tão popular quanto aquelas nascidas nos primórdios dos jogos eletrônicos.

O capítulo final da saga coloca novamente o jogador na pele de Master Chief, um super-soldado da força UNCS, equipado com uma armadura tecnologicamente avançada, na luta interplanetária contra as raças alienígenas Covenant e Flood. O clima cinematográfico, enaltecido pelas cenas animadas cheias de emoção e pela trilha sonora majestosa, mostra o quão dedicada foi a Bungie na produção. Tudo, desde o menu principal (belo e prático) até a tela de créditos, foi feito com muito esmero.

Tudo novo de novo

Como nos jogos anteriores, você passa a maior parte do tempo enfrentando criaturas ao lado de uma equipe, seja a pé ou controlando veículos. A mecânica da série, aclamada por se adequar perfeitamente ao controle, visto que os jogos de tiro em primeira pessoa sempre foram melhores no PC, continua intacta. Isto é, se você jogou algum dos episódios anteriores, já sabe o que esperar de "Halo 3".

Mesmo jogadores com pouca habilidade no gênero conseguirão se virar sem grandes dificuldades, graças à eficiência e à simplicidade dos controles e à mira semi-automática.

Aqui, seu arsenal é tão limitado quanto a quantidade de munição disponível. Você pode carregar duas armas simultaneamente, sendo uma para reserva, além de diferentes tipos de granada. É possível também empunhar duas armas simultaneamente, o que impede o lançamento de granadas. A grande sacada é que todas as armas utilizadas pelos seus oponentes ou aliados podem (e devem) ser coletadas, exigindo que você realize trocas constantes.

Há, porém, novidades: agora você pode ativar itens de defesa, como o Escudo Bolha, que forma uma esfera imóvel, impedindo a passagem de qualquer tipo de projétil; campos de força que degeneram a energia dos inimigos e muito mais. A fórmula do jogo, entretanto, é exatamente a mesma.

Um dos elementos mais valiosos de "Halo 3", tal como em seus antecessores, é o uso de veículos terrestres e aéreos, que não só ajudam a variar a ação como tornam tudo muito mais dinâmico, veloz e divertido. A combinação da física avançada com o design inteligente dos cenários, que raramente dificulta a locomoção dos veículos, dá ao jogador uma incrível sensação de liberdade e controle.

É possível escolher entre o volante, banco do passageiro e a torreta - dependendo do veículo, é claro. Independentemente da sua escolha, os soldados aliados se comportam da maneira mais sábia possível, graças à avançadíssima inteligência artificial.

Se você escolher a torreta de um jipe, um soldado automaticamente passará a dirigi-lo, escolhendo os melhores caminhos e posicionando o veículo em locais estratégicos, que permitem a perfeita visualização do alvo. Prefere o volante? Não se preocupe, pois seus parceiros darão conta dos inimigos enquanto você dirige. A impressão é a de que eles estão sendo controlados por outros jogadores, de tão espertas que são suas decisões e reações. A ação nunca é impedida por conta da inteligência artificial (com raríssimas exceções); ela simplesmente flui.

Aliás, não só seus aliados como todos os elementos controlados pelo computador são muito inteligentes. Durante os combates, todos procuram abrigo atrás de muretas e objetos espalhados pelos cenários. Os inimigos avançam ou recuam conforme sua investida no ataque. Diferentemente de "Gears of War", porém, não se agacham ou atacam em posição defensiva de seus abrigos, dando margem para serem eliminados - uma opção dos desenvolvedores para tornar o jogo mais dinâmico, talvez.

Embora avançada, a inteligência artificial não pode ser considerada um marco. Ela é apenas um grande aprimoramento da mesma encontrada no primeiro jogo da série, que já era bastante avançada para sua época.

Alienígenas que falam sua língua

O que definitivamente torna o jogo imperdível para qualquer entusiasta dos games é o trabalho de localização para o português, que não deve nada para as dublagens dos melhores filmes de animação da Disney. Em um jogo como "Halo 3", que apresenta milhares de linhas de diálogo, não só durante as cenas não-interativas, mas em toda a ação, este é o melhor presente que a Microsoft poderia oferecer aos jogadores brasileiros.

Todas as falas capturam a essência e o carisma dos personagens, como a voz sedutora e misteriosa companheira de Master Chief, o computador Cortana ou a voz monstruosa, alterada digitalmente, do Árbitro, um guerreiro Covenant que se rebelou à sua raça. Além da perfeita atuação dos dubladores brasileiros, há um ótimo equilíbrio entre o volume da música e das vozes, que permite ouvi-las com bastante clareza.

No momento em que você ouve os gritos de guerra dos soldados durante as batalhas ou as súplicas de piedade dos alienígenas, tudo em um português claro, com uma naturalidade incrível, você tem a certeza de que o jogo valeu cada centavo investido.

Quase não há silêncio entre os combatentes. Tudo o que acontece é comentado pelos soldados aliados ou inimigos na hora em que a ação acontece, adicionando um elemento a mais nas já dinâmicas batalhas. É impossível não rir com alguma piada direcionada ao jogador quando todos caem de um veículo por conta de sua má direção ou quando um dos atrapalhados Grunts grita: "você matou meu melhor amigo!". São tantas frases que, acreditem, pouquíssimas delas se repetem durante todo o jogo.

Intenso e extenso

Dividir a aventura principal com seus amigos, compartilhar a emoção de controlar veículos em conjunto e bolar estratégias de ataque, seja em tela dividida ou via Xbox Live, é inestimável. Apesar de cooperativo, pode-se ativar um modo de competição, no qual os jogadores ganham pontos de acordo com sua performance. Aqui, será possível encontrar crânios secretos espalhados pelas fases, garantindo bônus que multiplicam seus pontos (em contrapartida, elevam a dificuldade para o jogador que fizer uso deles).

Por outro lado, é uma pena que a campanha dure tão pouco: são aproximadamente 10 horas, que não devem se estender mesmo para os jogadores mais dedicados, já que não há itens para coletar, locais secretos ou coisas do tipo - com exceção das caveiras modo citado anteriormente. É terminar o jogo e começar novamente - ou aproveitar o gigantesco modo multiplayer.

Há 11 mapas exclusivos para as partidas online, todos planejados especificamente para a matança em grupo. Os jogadores são recompensados com emblemas cada vez que atingem uma determinada quantidade de pontos de experiência durante as partidas. Assim fica fácil identificar o nível de habilidade de cada um.

Tirando a campanha principal, são 9 modos de jogo online, que vão dos mais básicos (Assassino e Capturar a Bandeira) aos mais criativos, como o Bola Maluca, em que você deve segurar a bola o máximo que puder, sem ser eliminado. Como se a variedade já não bastasse, há ainda a opção Fornalha, que permite personalizar os mapas, adicionando objetos, armas e veículos a partir de modelos básicos, através de uma interface simples e intuitiva. A brincadeira se torna ainda mais divertida quando você disponibiliza seus mapas personalizados para outras pessoas jogarem e avaliarem.

Outra função divertida é o modo Cinema, o qual disponibiliza um "replay" de suas últimas partidas, permitindo ver as cenas de ângulos diferentes, capturar telas, salvar os melhores momentos e compartilhar com outros jogadores.

As opções, variações e possibilidades de jogo online são tantas que compensam a curta duração do modo campanha, adicionando um número ilimitado de horas de pura diversão.

Dando vida a um Universo

Um dos aspectos de "Halo 3" que mais geraram polêmicas foram os gráficos: a comparação inevitável com "Gears of War", que há pouco ainda era o carro-chefe do console do Xbox 360, fez com que muitos jogadores torcessem o nariz para o visual do jogo da Bungie. A verdade é que embora "Halo 3" não possua cenários tão ricos em detalhes quanto os de "Gears of War", seus ambientes são infinitamente mais espaçosos e limpos. O que não significa, de maneira alguma, que seus gráficos sejam inferiores.

A primeira missão se passa, logo de cara, em uma floresta densa com detalhes belíssimos, como cachoeiras majestosas e ribanceiras que dão vista para áreas imensas. Aliás, grande parte do jogo acontece em ricos ambientes naturais, com terrenos cheios de elevações, cercados por montanhas. Os detalhes são preservados mesmo a longa distância, como, por exemplo, no comando de uma nave: é possível ver uma ilha inteira do alto, intacta, sem um polígono a menos.

A iluminação merece ser destacada: além de todo objeto visível projetar sua própria sombra de maneira realista, as texturas refletem a luz conforme o material. Estas, por sua vez, são tão definidas que em momento algum se transformam em borrões quando você se aproxima demais.

Não há nada mais prazeroso em um jogo de ação do que ver seus inimigos sendo arremessados longe pelo impacto de uma explosão. Talvez por isso mesmo, "Halo 3" seja tão divertido. Sua física é tão precisa e ao mesmo tempo exagerada que uma única explosão é capaz de mandar não só inimigos, mas quaisquer objetos ao redor pelos ares. Veículos e certos objetos se deformam e se quebram aos pedaços, quando atingidos em cheio.

Como qualquer superprodução de entretenimento, o som também é marcante. As músicas combinam a imponência das grandes composições orquestradas, percussão de tambores e os sons eletrônicos que dão clima de ficção-científica. E o melhor: estão tão interligados à ação do jogo, acompanhando sem um único deslize o momento em que os combates começam e terminam, que dão a impressão de que você está participando de um grandioso filme de Hollywood. Contudo, a música poderia estar mais presente - há momentos em que o silêncio predomina em segundo plano.

Os efeitos sonoros aproveitam ao máximo os home theaters, transformando sua sala ou quarto em um verdadeiro campo de batalha, com o som de armas lasers e explosões para todos os lados.

Próximo à perfeição

Com tantas qualidades, torna-se difícil "pescar" aspectos ruins em "Halo 3". Um deles pode ser sentido por qualquer um que não tenha jogado os títulos anteriores: por mais bem contada que seja, a história da série não é retomada para contextualizar o jogador iniciante. Embora isso não o impossibilite de acompanhar e se emocionar com os eventos do jogo, haverá momentos difíceis de se compreender.

Outro detalhe não muito sério, mas que deve ser mencionado, é a dificuldade de saber para onde se deve ir em determinadas missões. Geralmente, há um alvo que indica o destino, porém o jogador não conta com uma seta que aponta o caminho exato para alcançá-lo, cabendo a ele explorar todo o local - o que não é algo necessariamente ruim. Há momentos um pouco piores, nos quais não existe nenhum tipo de indicação, podendo facilmente desnorteá-lo.

A experiência proporcionada pelos modos campanha e multiplayer é, sem dúvida, uma das mais intensas, divertidas, emocionantes e memoráveis dos jogos de tiro em primeira pessoa, sem exagero. Como já dissemos, não espere por algo realmente novo, e sim, por um game minuciosamente equilibrado, que não deixa a ação cair na repetição em momento algum e que, principalmente, não frustra o jogador.

CONSIDERAÇÕES

A Bungie não poupou esforços para criar alguns dos momentos mais dramáticos e intensos da história dos jogos de ação. Momentos que nos deixam atônitos e que ficarão registrados na memória por muito tempo, por menor que seja o modo campanha. A profusão de modalidades multiplayer torna "Halo 3" praticamente infinito em termos de diversão, oferecendo opções de customização e compartilhamento inéditas em jogos de tiro em primeira pessoa. É uma produção que esbanja capricho e dedicação a todo instante. Como se não bastasse, conta com uma dublagem em português sem precedentes na indústria de jogos nacional. Simplesmente imperdível.

Vendas do Wii no Japão superam PS3 entre abril e setembro de 2007

Postado por paulo araujo

Vendas do Wii no Japão superam PS3 entre abril e setembro de 2007

A Folha de São Paulo - São Paulo,SP,Brazil

As vendas do videogame Wii, da Nintendo, superaram o desempenho comercial do PlayStation 3, da Sony, no Japão entre abril e setembro deste ano.
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Multi - Thrillville: Off the Rails já tem demo PC e Xbox 360

Postado por paulo araujo

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Gamerstek.com - Lisboa,Lisboa,Portugal

Depois do médio sucesso do jogo de gestão de um parque de diversões, expandiu-se para as Xbox e PSP. Agora, é a vez da versão PC, Xbox 360, Nintendo DS e

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O que quer dizer playstation travado/destravado?

Postado por paulo araujo

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Ip Jornal - O Jornal de Informática, Ciência e Tecnologia do Grupo Inforpáscoa - Lisboa,Portugal

O que preciso saber na hora de comprar um playstation II? Moro na capital de São Paulo, onde é melhor comprá-lo, e qual a média de preços?
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NBA 2K8

Postado por paulo araujo

NBA 2K8
PS3 vs. Xbox 360 Comparison HD
Platforms: PS3 and Xbox 360
Release Date: October 02, 2007
Is the graphical divide between PS3 and Xbox 360 games becoming less and less? Take a look for yourself.




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